After the State has imposed itself as the only provider of everything (water, energy, garbage and sewer collection…), it had to bear the stupid although logic consequence of “I pay, therefore I spend”, the dream of raise the maximum possible of money from the maximum consumption of resources.

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The State of Scarcity

Vivienne Gucwa

© Vivienne Gucwa

After the State has imposed itself as the only provider of everything (water, energy, garbage and sewer collection…), it had to bear the stupid although logic consequence of “I pay, therefore I spend”, the dream of raise the maximum possible of money from the maximum consumption of resources. The great possible expense by citizens, now transformed into consumers with rights to complain, was and is financially stimulated by the state. While the maximum was aimed, the minimum was scoffed and unwanted. The outcome everybody knows and feels. Present and future ask for a “minimum maximum”, a ceiling beyond which you don’t pay a premium rate, but which simply doesn’t exist. The day money will not buy resources has come. The minimum is aimed: “I don’t spend, therefore I get paid”. Awards and honors will be bestowed to those who didn’t throw out a penny for the state. No-services companies will rise for you to pay in order to not spend. (What is the controversial Industry of Sustainability besides that?) Incentives will rise for seek the minimum possible (just-you-should-eat buffets), incentives for the independence to state services, disaffiliated programs (earn miles), old-fashioned terms as subsistence. Plant your beans, rear your chicken, your milk goat, dig your well, treat your wastes, reuse your garbage. Technological progress presupposes a state of scarcity.

 

O Estado da Escassez

Depois que o Estado impôs-se como único provedor de tudo (água, energia, coleta de esgoto e lixo…), teve que arcar com a estúpida porém lógica consequência do “pago, logo gasto”, do sonho de arrecadar o máximo possível de dinheiro a partir do máximo consumo de recursos. O maior gasto possível do cidadão, transformado em consumidor com direito ao Procon, era e é finaceiramente estimulado pelo estado burocrata contemporâneo. Enquanto o máximo era almejado, o mínimo era ridicularizado e indesejável. O resultado todos sabemos e sentimos qual é. O presente e o futuro pedem pela fixação de um “máximo mínimo”, um teto além do qual não se paga uma tarifa premium, mas que simplesmente não existe. O dia em que o dinheiro não comprará recursos chegou. O mínimo é almejado: “não gasto, logo sou pago”. Prêmios e honrarias serãos dados àqueles que não tiraram do bolso um centavo sequer ao estado. Empresas de não-serviços surgirão para que você pague para não gastar. (O que é a controversa indústria da sustentabilidade senão isso?) Criam-se incentivos a se buscar o mínimo possível (bufês just-you-should-eat), incentivos à independência aos serviços estatais, programas de desafiliados (ganhe milhas), termos fora de moda como subsistência. Plante seu feijão, crie suas galinhas, sua cabra de leite, cave seu poço, trate seus dejetos, reutilize seu lixo. O avanço tecnológico pressupõe um estado de escassez.

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